A palavra design, em inglês, significa projetar, compor visualmente ou colocar em prática um plano intencional. Cada designer se especializa em uma determinada mídia:
– Produto: qualquer bem de consumo criado pelo homem;
– Impressos: livros, revistas, jornais, folhetos, brochuras, agendas, balanços de empresas, galhardetes, tótens, embalagens, papelaria, logotipia, material de ponto–de–venda, adesivos, camisetas, bonés, uniformes, etc.;
– Ambientes: cenários, iluminação, decoração, figurino, efeitos especiais (alteração meteorológica artificial ou sensação de grandiosidade, de mistério, de alegria, de solenidade, por exemplo);
– Cinema e vídeo: estética e linguagem de créditos, vinhetas, videoclipes, comerciais e filmes através da animação quadro a quadro (digital ou não);
– Vestuário: tecidos e cortes – personalidade, conforto, facilidade de uso;
– Digital: interfaces gráficas de sistemas operacionais, software e games, animação 2D e 3D – intuitividade, facilidade de uso e sedução estética.
Claro que esqueci diversas aplicações do design na pequena lista acima…
…mas tenham em mente que não existem as profissões light designer, costume designer, web designer, furniture designer, “etc. designer”… Todos são “apenas” designers!
Cada um deles se especializou em determinada técnica. Portanto, caso a caso, muda a particularidade da aplicação dos materiais e muda principalmente a percepção do público em relação a cada tipo de design… Mas, apesar dos diferentes processos, a teoria e o método de planejamento, de projeto e o objetivo final são sempre os mesmos:
– usar o ato de gerar informação como ferramenta para projetar objetos de reprodução em massa onde sua estética e sua funcionalidade tenham um significado próprio, seja isoladamente, seja inseridas em um contexto cultural e emocional. [Webinsider]